segunda-feira, 22 de agosto de 2016

COM 4 MEDALHAS! Projeto 2º Tempo nas escolas públicas do nordeste é coroado nas OLÍMPIADAS 2016

Em entrevista ao Jornal Nacional da TV Globo, anteontem, os dois medalhistas na canoagem das Olimpiadas que são do interior baiano, falou que tudo que aprenderam na canoagem foi no Projeto 2º Tempo do Governo Federal que na cidade deles, colocava vários esportes para as crianças e adolescentes da escola pública e eles por achar que levava jeito optaram pela a canoagem que foi colocada em prática em um rio da cidade.

Ao lado de Erlon, Isaquias leva a prata 
e se consagra nas águas da Lagoa

Brasileiros ditam ritmo da prova, mas, no fim, são passados por time da Alemanha. Isaquias se torna 1º brasileiro com três medalhas em uma única edição olímpica



Você já presenciou o nascimento de um mito? Como precisar o exato momento em que uma pessoa cruza uma linha e muda de status? O instante em que anos de esforço, dedicação e sacrifício transformam um atleta de ponta em um herói olímpico? Isaquias Queiroz pode responder melhor do que ninguém. Eram 9h25 de 21 de agosto de 2016, um sábado, quando ele e o companheiro Erlon de Souza fecharam em segundo lugar o C2 1000m na final olímpica da Rio 2016. As águas da Lagoa Rodrigues serviam, naquele momento, de batismo para um mito do esporte nacional: Isaquias se transformava no único brasileiro a conseguir três medalhas numa única edição dos Jogos Olímpicos. A prata se juntava à outra já conquistada no C1 1000m e ao bronze no C1 200m. Para a torcida brasileira, pouco importava que o alemão Sebastian Brendel, agora com a ajuda de Jan Vandrey, ficasse novamente com o ouro - ele já havia sido a pedra no caminho do brasileiro no C1 1000m, prova que também venceu. A Ucrânia, de Ianchuck e Mishchuk, ficou em terceiro (veja os tempos no fim da reportagem).
O feito de Isaquias não se restringe ao Brasil. Ele também se transformava no único atleta a ganhar três medalhas na canoa numa única edição dos Jogos - outros atletas conseguiram três medalhas, mas em provas de canoa e caiaque.
Isaquias sonhava com o ouro, mas a prata não causou decepção. Nem nele nem no público, que apoiou com entusiasmo a dupla brasileira do início ao fim. O mais novo mito do esporte vibrou com seu feito e agradeceu à torcida.
- Eu me sinto realizado. Meu objetivo era ter as três provas. Dedico para todo mundo que me ajudou. Estou orgulhoso e feliz por quebrar esse recorde como atleta brasileiro. Não é só meu. Minha equipe toda está de parabéns. Não é só para mim. Estou satisfeito e muito feliz. Vim com um objetivo. Agradeço primeiro ao Comitê Olímpico, que trouxe o Jesús [Morlán, treinador da dupla], esse apoio. Tivemos recorde de público aqui - afirmou Isaquias Queiroz.
Erlon De Souza Silva e Isaquias Queiroz canoagem (Foto: AFP)Isaquias Queiroz festeja com seu parceiro Erlon de Souza a conquista da prata (Foto: AFP)




A parceria vitoriosa da canoagem velocidade saiu do Rio de Contas para o Rio de Janeiro.  Agora, foi do Rio de Janeiro para o mundo. Isaquias, filho de Ubaitaba, e Erlon, rebento de Ubatã, deram suas primeiras remadas nesse rio prateado, berço da canoagem do Brasil, que corta mais 11 cidades no estado da Bahia e produz canoístas a cada novo nascimento, já que a embarcação é o principal meio de transporte do local. Eles cresceram, deram duro, superaram, cada um, suas próprias dificuldades. Tudo sob a batuta de Jesús Morlán, que já tinha levado o espanhol David Cal a cinco medalhas olímpicas e, em 2013, resolveu acreditar no projeto da canoagem brasileira.
Erlon de Souza Silva e Isaquias Queiroz; prata;  C2 1.000m; canoagem (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)Isaquias fez coração para a torcida e apontou para seu parceiro ao ser aplaudido (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci)


O estrangeiro teve visão: tirou os meninos da represa de Guarapiranga, foi para a raia olímpica da USP, em São Paulo, mas viu que não daria certo dividir a lagoa com amadores. Os atletas precisavam de foco total. Após muita pesquisa, o comandante fez uma mudança drástica: levou a seleção brasileira para a pacata Lagoa Santa, em Minas Gerais. Adotou um sistema de treinamento de oito semanas de trabalho e apenas uma de folga. Deixou sua família na Colômbia e passou a morar e dividir tudo, até tarefas domésticas, com Isaquias, Erlon e os outros canoístas que fazem parte do time, Ronílson e Nivalter.

Ao longo do tempo, a equipe teve inúmeras conquistas. Dentre elas, vale destacar os dois ouros de Isaquias na prova do C1 500m nos mundiais de Duisburg 2013 (levou também bronze no C1 1000m) e Moscou 2014 (ainda ficou em terceiro no C2 200m, com Erlon), e o ouro mais recente, em Milão 2015, no C2 1000m, com o parceiro habitual (ganhou também o bronze no C1 200m). Agora, adiciona à sua coleção a prata de Erlon e Isaquias, e a outra prata e o bronze do baiano de 22 anos. Que as águas passem, mudem, se renovem... Mas a canoagem nunca vai se esquecer do que viu nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas na Olimpíada do Rio nesta semana.
Isaquias Queiroz e Erlon levam a PRATA na canoagem (Foto: Damien MEYER / AFP)Isaquias Queiroz e Erlon de Souza: uma parceria que deu certo (Foto: Damien MEYER / AFP)



Veja os tempos da final do C2 1000m:

Ouro - Brendel/Vandrey (ALE) - 3m43s412
Prata - Isaquias Queiroz / Erlon de Souza (BRA) - 3m44s819
Bronze - Ianchuk/Mishchuk (UCR) - 3m45s949
4) Vasbanya/Mike (HUN) -3m46s198
5) Shtokalov/Pervukhin (RUS) - 3m46s776
6) Torres/Jorge (CUB) - 3m48s133
7) Radon/Dvorak (RTC) - 3m49s352
8) Kochnev/Mirbekov (UZB) - 3m52s920

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Confira a lista de atletas que levaram mais de uma medalha na Olimpíada na canoagem velocidade, seja na canoa (provas C) ou no caiaque (provas K)**:
Moscou 1980
Vladimir Parfenovich - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K2 1000m – Ouro) - União Soviética

Los Angeles 1984
Lars-Erik Moberg - 3 medalhas (K1 500m; K2 500m; e K4 1000m – Prata) - Suécia
Agneta Andersson - 3 medalhas (K1 500m e K2 500m – Ouro e K4 500m – Prata) - Suécia

Seul 1988
Vanja Gesheva - 3 medalhas (K1 500m – Ouro; K2 500m – Prata; e K4 500m – Bronze) - Bulgária
Birgit Schimdt - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Ouro; e K4 500m – Ouro) - Alemanha Ocidental

Barcelona 1992
Rita Köbán - 3 medalhas (K1 500m – Prata; K2 500m – Bronze; e K4 500m – Ouro) - Hungria
Rio 2016
Isaquias Queiroz - 3 medalhas (C1 1000m - Prata; C1 200m - Bronze; e C2 1000m - Prata) - Brasil
* Cahê Mota, Carol Fontes, Danielle Rocha, Marcelo Russio e Richard Souza
**Isaquias Queiroz é o primeiro atleta a conquistar três medalhas olímpicas na canoa numa mesma edição. Porém, no caiaque, a primeira foi Rita Köban, da Hungria.
Fonte: Site da Globo




VENHA, CAMINHAR UNIDOS POR UM MARACANAÚ MELHOR!!!

Você está indignado com a grande corrupção em Maracanau que não tem vice-prefeito a mais de 2 anos, afastado pela a justiça, por suspeita de desviar R$ 47 Milhões dos recursos públicos maracanauense, dinheiro que dava muito bem para fazer o caos da saúde pública ser minimizado?

Quer colocar para fora a política coronelista do Coronel do Grupo Político que perpetua no poder a mais de uma década, com a imoral atitude de só dá vez a quem dá e arranja votos de cabresto com a intenção de nunca mais sair da Prefeitura como se esta fosse deles e seletiva pública, concurso público para todos terem vez de participar da administração pública maracanauense nadica de nada, até o orçamento participativo e uma câmara de vereadores itinerante tão prometida foi só uma enrolação?

Então a grande oportunidade de confirmar um novo tempo, com mais competência e mais resultados para a população, será no dia 2 de Outubro, confirmando para Prefeito o Julinho 12, jovem nascido de Maracanaú, sangue novo literalmente, já com uma experiência considerável na política, pois está no segundo mandato de Deputado Estadual, estando na Assembléia Legislativa a quase meia dúzia de anos. Para ser melhor ainda vote nos candidatos a vereadores dos 9 partidos que quer construir um Maracanaú melhor.










terça-feira, 16 de agosto de 2016

SHOW! O campeão chegou: Robson Conceição conquista o primeiro ouro do boxe brasileiro

O campeão chegou: Robson Conceição conquista o primeiro ouro do boxe brasileiro

 

Robson Conceição não queria ser turista nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Depois de duas eliminações consecutivas em estreias, sua meta era conquistar uma medalha. Uma cobrança não dos outros, mas dele próprio. Ouro, prata, bronze? Não importava.
No fim, ele conseguiu a mais desejada.
Recebido com gritos de "o campeão chegou" da barulhenta torcida no Pavilhão 6 no Riocentro, o pugilista de 27 anos venceu o francês Sofine Oumiha nesta terça-feira na final da categoria até 60kg para se tornar o primeiro brasileiro campeão olímpico no boxe.
Ele se junta ao hall de pugilistas nacionais formado por Servílio de Oliveira (bronze em 1968), Esquiva Falcão (prata em 2012), Yamaguchi Falcão e Adriana Araújo (este dois últimos foram bronze em 2012).
Getty Images
Robson Conceição na final do peso até 60kg contra o francês Sofiane Oumiha
Robson Conceição na final do peso até 60kg contra o francês Sofiane Oumiha 
Para completar, o boxeador garante ao Brasil sua 11ª medalha nos Jogos, a terceira dourada. Rafaela Silva (ouro, judô), Thiago Braz (ouro, salto com vara), Arthur Zanetti (prata, ginástica artística - argolas), Diego Hypolito (prata, ginástica artística - solo), Felipe Wu (prata, tiro esportivo - pistola de ar 10m), Isaquias Queiroz (prata, canoagem - C1 1000m), Poliana Okimoto (bronze, maratona aquática), Mayra Aguiar (bronze, judô), Rafael Silva (bronze, judô) e Artur Nory (bronze, ginástica artística - solo) foram os outros.
Para completar seu sonho, foram quatro lutas: Além da final, ele venceu Anvar Yusunov, do Tajidquistão, em sua estreia; bateu Hurshid Tobaev, do Uzbequistão, garantiu passagem para a semi e, consequentemente, o bronze; e na penúltima luta superou o cubano Lázaro Álvarez, tri mundial e líder do ranking, para assegurar a prata.
"O boxe conquistando uma medalha de ouro junto com essa torcida maravilhosa, que nos incentivou do começo ao fim. Todos estão de parabéns. Deram ao máximo de si. O trabalho e os agradecimentos à comissão técnica, ao presidente do confederação de boxe, ao comitê olímpico, que nos apoio desde o começo, ao Ministério do Esporte. Isso vale a pena, cara. Você vê a medalha de ouro no pescoço do garoto... Robson Conceição, campeão olímpico no país dele. Sou um cara realizado. Não quero mais nada", afirmou Claudio Aires, um dos técnicos da seleção, após a conquista.

Fonte: ESPN

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RIO 2016: Porque o Brasil não é uma potência olímpica

Brasil em jogos olímpicos. Por que os resultados do Brasil em Jogos Olímpicos não vêm

 

 

Entre a Londres-2012 e a Rio-2016, o Brasil ganhou investimentos focados em atletas de alto rendimento. Mas isso ainda não reflete nos resultados. O POVO discute os motivos

Doze de agosto de 2012. Com 17 medalhas, o Brasil chegou ao último dia da Olimpíada de Londres em 22º lugar no quadro de países. Na avaliação do desempenho dos atletas, o então superintendente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Marcus Vinícius Freire, admitiu que, para a Rio-2016, o País tinha de seguir o exemplo de outros — menores, inclusive — que se destacam por valorizar modalidades individuais.


Doze de agosto de 2016, sexta-feira última. Faltando nove dias para o encerramento da Olimpíada, o Brasil acumulava quatro medalhas. À frente do País, além dos tradicionais Estados Unidos e China, nações menores e mais pobres, como Tailândia e Cazaquistão.

Para não fazer feio nos jogos em casa, o Brasil até tentou, desde a Olimpíada de Londres, suprir o incentivo que faltava aos atletas de alto rendimento. Investiu em novos equipamentos para clubes, construiu e reformou centros de treinamento (vide o Centro de Formação Olímpica em Fortaleza, pronto, mas só parcialmente inaugurado, em dezembro de 2014), mas errou — porque de nada adianta valorizar às pressas o topo e ignorar a base.

Não dá para ser potência olímpica se não se cria um ambiente favorável ao surgimento e à formação de atletas. Por isso, democratizar o acesso e disseminar a cultura esportiva — em praças, clubes, ruas — é fundamental para a ampliação das possibilidades do País em momentos como uma Olimpíada. “O Brasil agora é que está acordando para os ciclos olímpicos. Veja o ‘boom’ que deu a ginástica, a quantidade de estádios que foram construídos”, exemplifica o diretor do Instituto de Educação Física e Esportes da Universidade Federal do Ceará (UFC), Antônio Barroso Lima. “É uma política que já melhorou muito, mas ainda é incipiente”, considera.

Investir na base
Para que o País venha a se tornar uma potência olímpica nos próximos anos é importante ainda associar a prática esportiva ao ensino escolar, como há anos fazem os Estados Unidos, por exemplo. “A cultura americana é puramente escola. Se os alunos se sobressaem em alguma modalidade, as universidades os convidam. Aqui, quando eles entram para a universidade, é a hora de parar, porque ou faz uma coisa ou faz outra”, censura Barroso.
SAIBA MAIS

Para a Olimpíada de Tóquio, prevista para ocorrer em 2020, o Comitê Olímpico Internacional (COI) incluiu no programa as modalidades surfe, skate, beisebol/softbol, escalada e karatê.

A Lei de Incentivo ao Esporte possibilita que empresas e pessoas físicas do Brasil invistam parte do que pagariam de Imposto de Renda em projetos esportivos.

Fonte: O Povo Online

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OLHA AÊ! "Quero levar minha experiência para o Ceará", diz voluntária dos Jogos Olímpicos

"Quero levar minha experiência para o Ceará", diz voluntária dos Jogos Olímpicos

A 31ª edição dos Jogos Olímpicos termina no próximo domingo, 12. No dia 7 de setembro é a vez dos atletas paralímpicos entrarem na arena



"É o momento de me realizar". É dessa forma que a jornalista Laurisa Nutting, de 54 anos, assume o compromisso de trabalhar nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Ela se junta às 50 mil pessoas, vindas de 156 países, que devem trabalhar na primeira Olimpíada do Brasil. 

A 31ª edição dos Jogos Olímpicos foi aberta no último dia 5, com cerimônia no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Os voluntários começaram a trabalhar já no dia anterior. É o que conta a profissional de marketing Riciele Schner, de 29 anos. "Cheguei no Rio de Janeiro sabendo apenas a função e a instalação que iria ficar", diz a comunicóloga. 

Schner desembarcou no 31 de julho e foi surpreendida pela dimensão do evento. "Tem muita coisa acontecendo na cidade inteira nessa época, não sabia o que imaginar", conta empolgada, em entrevista ao O POVO Online, por telefone. Durante a conversa, Riciele estava a caminho do Estádio Olímpico Nilton Santos, ou simplesmente, Engenhão. "É fantástico trabalhar aqui por que cada dia é algo diferente. Aprendo muito com a cultura de cada país e com o que acontece nos bastidores, como o contato com os atletas".

A catarinense veio ao Ceará para visitar a família, há 10 anos, e não quis mais sair. "Eu sou do Ceará porque é um estado que eu adotei", defende. E é para cá que quer trazer a bagagem que está adquirindo no Rio. "Vi que seria uma oportunidade única de trabalhar na minha área nos Jogos". Riciele é formada em Marketing pelo Centro Universitário Estácio do Ceará, com MBA em Gestão Empresarial pela Universidade Fortaleza. Selecionada inicialmente para uma área de gestão do evento, trabalha no setor de comunicação.
A oportunidade veio com um ônus: era preciso deixar seu trabalho na época para se dedicar aos 18 dias dos Jogos. "É uma experiência grandiosa, principalmente profissional, mas é também uma vivência pessoal", explica. "Quero levar minha experiência do Rio 2016 para o Ceará". Longe da família e dos amigos, Riciele decidiu gravar vídeos para compartilhar os momentos com amigos nas redes sociais.
"Trabalho voluntário assusta as pessoas" 
Schner divide apartamento com pessoas de outras áreas como Direito, Publicidade, Psicologia e até Engenharia. Além de um parense e um potiguar, ela convive com pessoas da Argentina e do Uruguai. Mesmo contando uma experiência acima da própria expectativa, ela diz que nem todos ficaram satisfeitos com o trabalho assumido. "Tenho colegas que ficaram desapontados porque esperavam realizar outra função e gente chateada porque veio de outro país e ficou com a escala pequena", relata. Quem trabalha menos acaba precisando desenbolsar mais, já que os voluntários só recebem alimentação e transporte pelos dias trabalhados.

"Dizer que o trabalho é voluntário assusta e afasta as pessoas. Várias pessoas torceram o nariz quando disse que estava vindo pra cá sem ganhar nada. Teve gente do meu grupo que desistiiu por pressão da família", continua. "Mas tem quem veio por amor, que veio trabalhar e acaba aproveitando o turismo. Eu não me arrependo. Sei que é uma experiência engrandecedora. Quanto mais eu conto para as pessoas, mais eu sei que fiz a escolha certa". 
Processo de amadurecimento 
Schner está inscrita também para os Jogos Paralímpicos. A jornalista Laurisa Nutting se prepara para embarcar, no próximo dia 3 de setembro, para o Rio de Janeiro. Nascida na serra de Guaramiranga, a 102 km de Fortaleza, a cearense não esconde a animação com o que está por vir. "Amo esporte, fui uma boa corredora. E tenho uma ligação muito forte com pessoas com necessidades especiais", conta. "Ir para as Olimpíadas é a oportunidade de juntar essa paixão com a convivência com essas pessoas que me ensinam muito". 
Arquivo pessoal / Riciele Schner
"Quero trabalhar nas quadras, ajudar na recepção das pessoas. Eu quero olhar, interagir com as pessoas, enxugar a quadra. Quero fazer esse trabalho pesado de contato direto mesmo", afirma. Dedicada ao trabalho voluntário nos últimos anos, Nutting é também escritora. Em 2009, ela lançou o livro infantil "Quem quer ser bicho?". A renda foi revertida para a organização não-governamental Casa Sol Nascente, que abriga adultos soropositivas e crianças que sofrem as consequências do HIV.
A ideia, conta, veio em 2013, na época da Copa do Mundo. "Foi um processo de amadurecimento, mas quando me apaixono por uma coisa, largo tudo o que tiver", conta. "Minha família está acostumada com minha movimentação. Sabe que sempre há algo que me arrebata. Eu sou movida a paixão", diz animada.
"Eu gostaria que as pessoas tivessem o privilégio que eu vou ter em participar. Trabalho voluntário enriquece", continua. "Eu sou tão apaixonada pela vida e essa experiência aumentou minha vontade viver". Os Jogos Paralímpicos vão do dia 7 ao dia 18 de setembro próximo.

Fonte: O Povo Online

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Boa Tarde Amigos! Sensacional restante de 3ª Feira e uma 4ª Feira melhor ainda a Todos...Vamos unir-se por um Maracanaú melhor


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

OLHA AÍ! Técnico do Fortaleza é cotado por clube da SÉRIE A

INTERESSE

Clube da Série A lista Marquinhos Santos como um dos preferidos para ser novo treinador

Técnico do Fortaleza já havia recusado proposta do América Mineiro, que também está na 1ª divisão nacional




sexta-feira, 5 de agosto de 2016

LAMENTÁVEL! Por problemas de saúde, Pelé avisa que não vai acender a pira olímpica, logo mais as 20h



Por problemas de saúde, Pelé avisa que não vai acender a pira olímpica

Rei do futebol era o mais cotado para participar do ápice da cerimônia de abertura, mas os problemas de saúde impediram




Pelé não vai mais acender a pira olímpica
Pelé não vai mais acender a pira olímpica

O mistério sobre quem vai acender a pira olímpica continua. Pelé era o mais cotado para a honraria, mas o rei do futebol admitiu nesta sexta-feira que, por conta da sua condição física e saúde debilitada, abriu mão de participar do ápice da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Pelé passou por duas cirurgias no quadril nos últimos anos e recentemente vem sofrendo com fortes dores no local. Na quinta-feira passada, o ex-jogador do Santos e da seleção brasileira foi a uma consulta com um de seus médicos para exames de rotina, em São Paulo. Ele não estará presente na festa de abertura dos Jogos.



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Nesta semana, o ex-jogador havia confirmado que recebeu um convite para a cerimônia de abertura, mas não revelou se seria o responsável pela cena mais emblemática da festa desta sexta-feira no Maracanã. Ele então havia alegado que possuía “compromissos profissionais” e dependeria da negociação da agenda de um deles para estar no estádio, palco da festa que será vista ao vivo por pelo menos três bilhões de pessoas do mundo todo.


Confira o comunicado de Pelé:

"Queridos amigos,

Só Deus é mais importante do que minha saúde! Em minha vida tive fraturas, cirurgias, dores, internações em hospitais, vitórias e derrotas, e sempre respeitando aqueles que me admiram. A responsabilidade das decisões é minha onde sempre procurei não decepcionar a minha família e o povo brasileiro.

Neste momento eu não estou em condições físicas de participar da abertura da Olimpíada. E como brasileiro, peço a Deus que abençoe a todos!

Edson Arantes do Nascimento - Pelé"

Fonte: Esporte - iG @ http://esporte.ig.com.br/olimpiadas/2016-08-05/pele-pira-olimpica-rio-2016.html

Horário da abertura da Olimpíada 2016

Todos os detalhes e a programação da cerimônia que dará início aos Jogos Olímpicos do Rio


horário da cerimônia de abertura da Olimpíada de 2016, às 20h desta sexta, marca o começo do maior evento esportivo do mundo que pela primeira vez acontece na América do Sul. Para o público no estádio do Maracanã, porém, ohorário de início para valer é um pouco antes, às 19h15, quando acontece um show preliminar. O espetáculo deve terminar às 23h30.

Para chegar ao Maracanã

Quem conseguiu garantir seu ingresso para assistir ao evento no Maracanã deve chegar com duas horas de antecedência, preferencialmente usando o transporte público, já que o trânsito será bloqueado nas proximidades do Maracanã desde às 0h desta sexta 5. Para quem viaja na linha 2, a melhor opção é desembarcar na estação São Cristóvão e caminhar sete minutos até o estádio. Para quem vem na linha Linha 1, o melhor é descer na estação São Francisco Xavier, melhor acesso ao portão D, após 15 minutos de caminhada.

Horário da transmissão cerimônia pela televisão

Para quem deseja acompanhar o evento em casa, o horário de emissão pela televisão está previsto para as 19h30. A Rede Globo transmitirá o evento, que entrará no lugar da novela Velho Chico e do programa Globo Repórter. A Record e a Fox Sports confirmaram o horário de emissão da cerimônia para as 19h. A ESPN começa às 20h.

Elza Soares e MC Soffia na programação da cerimônia de abertura da Olimpíada

Cantoras negras serão destaque no espetáculo, com direção de Daniela Thomas,Fernando Meirelles (Cidade de Deus) e Andrucha Waddington. A diva veterana Elza Soares e a MC Soffia estão entre os destaques. Haverá ainda a participação da ubermodel Gisele Bundchen.  A expectativa é que o espetáculo seja assistido por 3 bilhões de pessoas ao redor do mundo.
Fonte: Brasil El País